sexta-feira, 24 de junho de 2011

Sobreviven​do

mania de casa 7 (1)
O mundo é um poço de exemplos de como devemos agir e reagir diante de situações difíceis. E agimos naturalmente, sem questões, quando as coisas envolvem nossas necessidades básicas, sem que ninguém nos ensine o que devemos fazer.
É nato, tanto nos seres humanos quanto nos animais buscar soluções que envolvem a sobrevivência. Sentimos fome, procuramos o que comer, temos sede, procuramos saciá-la, estamos cansados, sabemos que devemos nos repousar.
E quando queremos algo que não está ao nosso alcance, imediatamente procuramos soluções. Pegamos escada, puxamos cadeira, esticamos mais os braços, ficamos na ponta dos pés, nos sentamos no chão... se queremos ver, ficamos na ponta dos pés, erguemos a cabeça, pedimos licença. Damos o máximo de nós.
Mas nossa atitude ante ao  material é completamente diferente da ante ao emocional, de quando se trata da alma, do coração, da nossa vida interior.
Quando nos sentimos pequenos e que as coisas fogem ao nosso alcance, ou da nossa vista, temos a tendência a baixar ainda mais a cabeça, nos sentar, baixar os olhos e chorar.
E aí? Por que não puxamos a cadeira das possibilidades, não esticamos os braços do nosso querer, não erguemos os olhos pra ver mais além? É bem natural que se não fazemos nada, nada acontece. Se fazemos, pode acontecer ou não, mas pelo menos não carregaremos em nós o peso de não saber o que teria sido, o que teria acontecido.
Não desista facilmente das       coisas que seu coração deseja! Pelo menos não antes de ter tentado tudo. Passamos do lado de muitas coisas simplesmente por que não ousamos estender a mão. Deixamos fugir a felicidade e a insegurança se instala no lugar dela. O medo vence a coragem. Nos julgamos incapazes sem ao menos ter tentado.
Sobrevivência é questão de atitude. Não existem pessoas fracas e fortes, existem as que nunca medem esforços e as que desistem facilmente; existem as que erguem a cabeça e as que baixam os olhos. Essas primeiras nem sempre alcançam todos os seus objetivos, mas sentem-se saciadas e felizes com o que conseguem. É muito melhor ter um pouco do que não ter absolutamente nada. É melhor ser pouco que ser ninguém.
Lembre-se: o horizonte a gente nunca alcança... mas como ele enfeita nossos sonhos!!!

Pense nisso...

Muita Paz!

 

© Letícia Thompson

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Um comentário:

Maria Girassol disse...

oi querida! Tb sou nordestina e é um prazer em conhecer vc!
Obrigada pelo carinho lá no blog! rss

Xeiros e tô seguindoooo...